"A vida é assim, está cheia de palavras que não valem a pena, ou que valeram e já não valem, cada uma que ainda formos dizendo tirará o lugar a outra mais merecedora, que o seria não tanto por si mesma, mas pelas conseqüências de tê-la dito." Jose Saramago
Después de todo lo que me hiciste
Pensarías que te desprecio
Pero al final, quiero agradecerte
Porque me haces mucho más fuerte
Cuando yo, pensé que te conocía
Pensando que eras fiel
Creo que yo, no podía confiar
Hice que pusieras las cartas sobre la mesa, el tiempo se acabó
Porque ya tuve suficiente
Tu estabas, ahí a mi lado
Siempre ahí para el paseo
Pero tu alegre paseo se acaba de venir abajo en llamas
Porque tu avaricia me agotó de vergüenza
Después de todo el robo y el engaño
Probablemente piensas que tengo resentimiento hacia ti
Pero, oh no, estás equivocado
Porque si no fuera por todo lo que intentaste hacer
Yo no sabría todo lo capaz que soy de reponerme
Así que quiero decir gracias
Porque me hace mucho más fuerte
Me hace trabajar un poco más duro
Me hizo mucho más sabia
Así que gracias por hacerme una combatiente
Me hiciste aprender un poco más rápido
Hiciste mi piel un poco más gruesa
Me hace mucho más inteligente
Así que gracias por hacerme una combatiente
Nunca vi venir
Todas tus puñaladas por la espalda
Solo para que pudieras sacar provecho
En algo bueno antes de que yo comprendiera tu juego
Escuché que andas por ahí
Interpretando a la víctima ahora
Pero ni siquiera empieces
Sintiendo que soy la culpable
Porque tu cavaste tu propia tumba
Después de todas las peleas y las mentiras
Si, querías lastimarme pero eso no funcionará más
No más, oh no, se acabó
Porque si no fuera por todas tus torturas
No sabría como ser así ahora
Y no claudicaré
Así que quiero decir gracias.
Porque me hace mucho más fuerte
Me hace trabajar un poco más duro
Me hizo mucho más sabia
Así que gracias por hacerme una combatiente
Me hiciste aprender un poco más rápido
Hiciste mi piel un poco más gruesa
Me hace mucho más inteligente
Así que gracias por hacerme una combatiente
Cómo podría un hombre que pensé que conocía
Resultar ser injusto, tan cruel
Solo podía ver lo bueno en ti
Fingía no ver la verdad
Intentaste esconder tus mentiras, disfrazarte
Vivir en negación
Pero al final, verás, no me detendrás
No voy a parar
No hay vuelta atrás
He tenido suficiente
Porque me hace mucho más fuerte
Me hace trabajar un poco más duro
Me hizo mucho más sabia
Así que gracias por hacerme una combatiente
Me hiciste aprender un poco más rápido
Hiciste mi piel un poco más gruesa
Me hace mucho más inteligente
Así que gracias por hacerme una combatiente
Pensaste que olvidaría
Pero recuerdo, lo recuerdo
Recordaré, recordaré
Pensaste que olvidaría
Pero recuerdo, lo recuerdo
Recordaré, recordaré
Porque me hace mucho más fuerte
Me hace trabajar un poco más duro
Me hizo mucho más sabia
Así que gracias por hacerme una combatiente
Me hiciste aprender un poco más rápido
Hiciste mi piel un poco más gruesa
Me hace mucho más inteligente
Así que gracias por hacerme una combatiente
Não me diga que está arrependido, porque não está
Baby, quando eu sei que você só está arrependido
porque foi descoberto
Mas você dá mesmo um show
Você realmente tinha me enganado
Mas agora é hora de ir
A cortina está finalmente fechando
Aquilo foi um belo show
Muito divertido
Mas acabou agora
Continue e curve-se em agradecimento
...
*Refrão da música “Take a Bow” Rihanna
Cai como uma luva..
"Tudo o que vemos ou parecemos / não passa de um sonho dentro de um sonho.
Edgar Allan Poe"
Como a música da Mariah “Through the Rain” do post anterior, estou passando por uma chuva, um pouco forte, mas necessária, porque acredito que nada é em vão. Uma das coisas que aprendi e que não devemos esperar nada das pessoas, não devemos ter expectativas, eu aprendi, e agora estou tentando colocar em prática.
No trabalho uma grande amiga foi desligada na sexta-feira, chorei muito ao vê-la ir embora, chorei por saudade, chorei porque foi repentino, porque não deram uma explicação plausível, e chorei porque fiquei pensando que poderia ter sido eu, ai sim essa chuva que estou passando teria se tornado um grande Tsunami. Também chorei porque ainda ouvi .... “Rô agora só temos você pra animar a galera, pra nos dar um UP”, legal saber que gostam de mim, triste perder uma amiga de trabalho.
Enfim vamos seguindo, porque o mundo não para de girar...Bjs
Quando você fica preso na chuva
Sem lugar pra correr,
Quando você está perturbado e na dor
Sem qualquer pessoa.
Quando continua chorando pra ser amparado
Mas ninguém vem,
E você se sente tão longe,
Que só não pode...
Encontrar o caminho pra casa.
Você pode chegar lá sozinho.
Está tudo bem.
Mais uma vez você diz...
Eu posso fazê-lo pela chuva.
Posso agüentar mais uma vez, novamente.
Sobre mim mesmo. E eu sei,
Que sou forte o bastante pra cicatrizar.
E toda vez que eu sentir medo,
Me agarro firme à minha fé
E eu vivo mais um dia,
E o faço através da chuva.
E se você continuar caindo,
Não ouse desistir
Você vai se erguer, seguro e íntegro
Então permaneça...
Inabalável
E você encontrará o que precisa,
Pra prevalecer.
Mais uma vez você diz...
Eu posso fazê-lo pela chuva.
Posso agüentar mais uma vez, novamente.
Sobre mim mesmo. E eu sei,
Que sou forte o bastante pra cicatrizar.
E toda vez que eu sentir medo,
Me agarro firme à minha fé
E eu vivo mais um dia,
E o faço através da chuva.
E quando o vento soprar,
E as sombras ficarem densas,
Não tenha medo.
Não há nada que você não possa encarar.
E eles devem até te dizer,
Que você não vai ultrapassar,
Não hesite.
Resista alto e diga...
Eu posso fazê-lo pela chuva.
Posso agüentar mais uma vez, novamente.
Sobre mim mesmo. E eu sei,
Que sou forte o bastante pra cicatrizar.
E toda vez que eu sentir medo,
Me agarro firme à minha fé
E eu vivo mais um dia,
E o faço através da chuva.
Eu posso fazê-lo pela chuva.
Posso agüentar mais uma vez, novamente.
E eu vivo mais um dia,
E eu, eu o faço através da chuva.
Oh sim você pode.
Você o fará através da chuva.
Acredito que vocês já perceberam que eu amo música! Uma cantora que tem me fascinado é a Duffy, totalmente ELA! Duffy poderia ser sensação nos anos 60, mas a voz dela transcende as décadas!
Aimee Anne Duffy, conhecida como Duffy, nasceu em 23 de Junho de 1984, na localidade de Gwynedd, é uma cantora soul, bem como cantora-escritora.
O seu interesse em cantar foi inspirado em seu pai, Jonh Duffy.
Em Wales em 2003 foi a uma audição para Wawffactor (American Idol do País de Gales), onde quase ganhou, ficando em 2° lugar.
Seu album Rockferry, foi lançado em Março de 2008, e em Maio de 2008 nos EUA.
O cd já vendeu mais de 2,5 milhões de cópias no mundo todo, é a música “Mercy” ficou no top de vários países.
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: "Qual dos dois modelos produz felicidade?"
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde". "Não", retrucou ela, "tenho tanta coisa de manhã..." "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: "Que pena, a Daniela não disse: "Tenho aula de meditação!"
Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto?". "Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!" Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais…
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.
A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!" O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's…
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: "Estou apenas fazendo um passeio socrático." Diante de seus olhares espantados, explico: "Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz."
Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Luis Fernando Veríssimo e outros, de "O desafio ético" (Garamond), entre outros livros.
Não canso de me surpreender, toda vez que me dou conta do quanto as pessoas pensam diferente umas das outras. Do quanto cada olho é único, primitivo e original, na labuta de traduzir a própria percepção. Lembro da velha fábula dos cegos passando a mão num elefante, cada um interpretando o bicho à sua maneira." É fininho e curto", diz o que apalpou o rabo. "É redondo e grosso", garante o que tocou a tromba.
Todos eles certos, do seu ponto de vista, todos parciais, do ponto de vista do elefante. Uma questão de onde você coloca a câmera e com que repertório avalia o que vê. Se o seu repertório é amplo, cheio de olhares guardados, certamente você vai ver muitas coisas, como o Pequeno Príncipe do Saint-Exupery enxergava lindos significados num borrão mal-desenhado. Se o seu repertório é limitado, você quase sempre vê as mesmas coisas. Tudo lhe ronca igual.
Um dia um colega partilhou comigo a sua genial descoberta, que mais tarde descobri ser também a opinião do psicanalista Lacan: "As pessoas não ouvem, Graça, as pessoas in-ter-pre-tam." Ri muito, na época, e, hoje, cada vez que topo com mal-entendidos, me vem à mente a frase dele.
Mal-entendido, não: interpretação!
Por sinal, uma das coisas boas de a gente ficar mais velha é entender que boa parte do tempo as pessoas não agem contra seus interlocutores, mas simplesmente porque são o que são. Isto é, nada pessoal. O sujeito que esbraveja por qualquer dá-cá-aquela-palha, a criatura que não devolve sorrisos, o indivíduo que enrijece o corpo na hora do abraço, a fulana incapaz de usar aquelas quatro expressõezinhas básicas por favor - com licença - desculpe - muito obrigada, me responda sinceramente: o problema é deles ou é seu? Claro que é deles! Como diria o Simpson do desenho animado: "Não fui eu. Já estava assim quando eu cheguei!"
Bem a propósito, o filósofo francês Jean-Paul Sartre alertava: "O inferno são os outros". Ora, se todos nós, em algum momento, somos o
inferno do outro, melhor aprender de uma vez por todas a tourear os demônios que nos habitam. E a primeira coisa que a gente devia se propor é não ficar ofendido porque o outro pensa diferente. Afinal se cada um tem a sua cabeça, única, pessoal e intransferível, deveria inclusive ser natural emitir a própria opinião. Não a do outro. E desse respeito mútuo e desofendido, quem sabe quantas novas trocas?
A verdade, enfim, é uma só: pensar diferente não é ofensa nem desamor.
Mas, apenas isto: pensar diferente. Entendeu, querido leitor? Ou interpretou?
Nova música da Mariah Carey, eu amei o clip e já amava a música, mas sou suspeito pra falar de Mariah, eu sei..rs...E viva!!!!! Consegui colocar novamente meu template que eu tanto amo, vermelho paixão, vermelho intensidade, vermelho!! Bjs
Realmente às vezes vivemos em um conto de fadas, mas é bom acordar é ver que a realidade não é tão dura como parece. Amo Chenoa, amo essa música. Ainda não é o clip oficial, mas essa versão ficou bem legal. Bjs
Semana corrida, mas muito produtiva. Essa semana trabalhei muito, fiz várias horas extras, mas não me senti tão cansado, provando que o importante é estar com a cabeça em equilíbrio, dessa forma o corpo acompanha nosso ritmo.
P.S: O problema do template antigo foi o servidor, não aparecia a imagem principal.
No Creo em el Jamas - Juanes
Cuando la vida me da golpes y me manda para el suelo
es cuando yo mas siento que tengo que levantarme
que dar la cara al miedo, es una forma de vencerlo
no voy a darme por vencido, no voy a darle mi vida el miedo
el miedo es un asesino que mata los sentimientos
siempre que estoy solo, es porque dios esta aquí adentro
Y necesito silencio para poder encontrar
mi propia voz y mi verdad....
Y al final de la oscuridad
no me siento solo, se que estas conmigo
Hoy voy a levantarme y no voy a resignar mi corazón
hacer lo que quice y no pude
No lo voy a aceptar hoy, voy a buscar estar mejor
la vida tiene solución, aquí no hay nada imposible
no creo en el jamas.... no!
Si darse por vencido es una forma de morir,
entonces yo jamas quiero darle el gusto a la muerte
Pienso en mi familia, el corazon late mas fuerte
Que no se puede vivir pensando en cuando se va a morir
y dicen que soñar es tanto como soñar estando vivo
Yo creo en el presente y eso me aleja de la muerte
Y necesito silecio para encontrar,
mi propia vos y mi verdad
Y al final de la oscuridad
no me siento solo, se que estas conmigo
Hoy voy a levantarme y no voy a resignar mi corazón
hacer lo que quice y no pude
No lo voy a aceptar hoy, voy a buscar estar mejor
la vida tiene solución, aquí no hay nada imposible
no creo en el jamas.... no!
Comecei o curso de comissário e estou adorando. Voltar a viver cada segundo do dia de forma intensa porque o dia está todo agendado, estava sentindo falta disso, da correria da vida, porque com o fim da faculdade no fim do ano passado, e não trabalhando mais no Mcdonald’s a vida estava em uma calmaria que estava me aborrecendo, e agora tudo está como eu gosto, no 220w! Em 2009 quero já estar trabalhando como comissário e viajando muito.
E não paro de ouvir o cd da Mariah, acho que isso pode ser alguma patologia..rs.. Amo “Bye Bye” .
- Viajar pelo mundo
- Comprar o que quiser sem perguntar o preço
- Fazer um cruzeiro
- Aprender a tocar piano
- Ser fluente em vários idiomas
- Ir para a Índia e ficar em um mosteiro
* São objetivos palpáveis né...nada fora do normal...
Domingo de folga, marido trabalhando resolvi sair com meu outro amor, meu pequeno grande homem ( meu marido sabe dele tá..rs..). Fomos ao shopping, gastar, andar, comer e assistir o filme “Sex and City”, amei o filme, mostra que no final todos estamos em busca de um amor, de resolver o problema com um amor, ou tentando sair de um amor. Enfim amei o domingo, Gê sabe que te amo né, e isso basta pra nós, quero muitos outros domingos e dias como o de hoje ;)
Sex and the City
Quatro mulheres tagarelas, instáveis, complicadas, consumistas destronaram um dos maiores heróis da história do cinema. Desde que estreou nos Estados Unidos, há pouco mais de uma semana, Sex and the City, o longa-metragem inspirado na série de TV de mesmo nome, multiplica sua bilheteria, ofuscando até Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, a aguardada volta às telas do personagem encarnado por Harrison Ford. A distribuidora Warner previa arrecadar US$ 35 milhões com Sex and the City no primeiro fim de semana nos cinemas americanos. Foram US$ 55 milhões – que geraram o inevitável tititi sobre um novo filme. Na televisão, mesmo quatro anos depois da última temporada da série, as reprises dos episódios continuam a atrair 2,5 milhões de telespectadores a cada exibição. Em Nova York, as lojas e os restaurantes que servem de cenário para os episódios são temas de passeios turísticos de agências.
Por que, uma década depois de criada, Sex and the City ainda é um fenômeno? Provavelmente por ter sido a primeira, e ainda a única, série que mostra como as mulheres são – ou pelo menos como elas se vêem e gostariam de ser. Nunca antes a mulher de mais de 30 anos, cosmopolita e de classe média, fora retratada com tamanha fidelidade em suas conquistas e contradições. Todas as vezes que Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte, o quarteto fantástico de Manhattan, sentavam-se num bar e pediam um Cosmopolitan – coquetel à base de vodca e suco de cranberry, uma espécie de amora –, milhares de mulheres no mundo reconheciam a si mesmas ou a alguma amiga, prima ou vizinha. Que mulher desta geração não se viu, em alguma fase da vida, questionadora como Carrie, romântica como Charlotte, sarcástica como Miranda ou caçadora como Samantha?
Carrie, Charlotte, Miranda e Samantha viraram ícones num momento em que as mulheres buscavam novas referências, passada a época da dedicação à família e a revolução dos sutiãs queimados. Nem tanto o fogão, nem tanto a selva do mercado. Daí a paixão sem fim por personagens que, ao mesmo tempo, pagam as próprias contas, correm atrás do amor e não sentem culpa por gastar uma fortuna num par de sapatos. “Essa é uma geração de mulheres que querem viver suas próprias fantasias. Solteiras, namorando ou casadas, querem ser donas de suas próprias vidas. Querem amar os homens que escolherem e comprar as roupas que quiserem”, afirma a sexóloga Pepper Schwarz, da Universidade de Washington, em Seattle. “As protagonistas de Sex and the City são ícones de um pós-feminismo que acreditam que os direitos da mulher já estão garantidos e que é hora de ir atrás dos sonhos individuais”, diz Márcia Messa, mestre em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.