Quarta-feira, Janeiro 25, 2006
Desde os 15 anos sempre quiz respostas completas, e ao ler um livro da autora Zibia Gasparetto me deparei com uma nova visão da vida, diferente daquela ao qual estava acostumado no catecismo cátolico. Dai então comecei a estudar e buscar novas respostas dentro do espiritismo, que só me ajudou, me fez mais forte e confiante na vida.Pois sabia que não estava aqui por obra do acaso, que tudo tinha uma grande sentido, que ainda desconhecia. Bjs
O verdadeiro espírita
Jamil Salomão
¿O espírita é reconhecido pelo esforço que faz para sua transformação moral e para vencer suas tendências para o mal.¿ ¿ Allan Kardec
O verdadeiro espírita é aquele que aceita os princípios básicos da Doutrina Espírita. Quando se pergunta ao praticante: Você é espírita? Comumente ele responde: ¿Estou tentando¿. Na verdade, a resposta deveria ser sem hesitação: Sou espírita!!! Quanto ao fato de ser perfeito ou qualquer qualificação moral é outro assunto, que não exime o profitente de ser incisivo na sua resposta. Nesse ponto, o praticante não tem que hesitar na sua definição, porquanto Allan Kardec foi claro no seu esclarecimento ao afirmar que se reconhece o espírita pelo seu esforço, pela sua transformação, e não pelas suas virtudes ou pretensas qualidades, raras nos habitantes deste Planeta.
O que acontece com freqüência, seja iniciante ou mesmo com os mais antigos, é que, será mais cômodo não assumir uma postura mais responsável ou permanecer com um pé na canoa e outro na terra. Admite-se até, em determinadas ocasiões que se queira dar uma demonstração de modéstia, mas, que não se justifica sob o ponto de vista de definição pessoal.
A propósito, lembro-me de ter ouvido em uma emissora de rádio da Capital um pronunciamento de um padre católico, ao referir-se aos católicos, que freqüentam os Centros Espíritas para os habituais Passes e a ¿aguinha fluidificada¿ e passam a vida sem ter a mínima noção do que representa o Passe e a água. Para esses meio-cá-meio-lá, o mencionado reverendo denominou-se de ¿catóritas¿. Engraçado, não!?
Como chamar os espíritas que se dedicam aos trabalhos nos Centros Espíritas, mas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que quando maiores escolherão sua própria religião, casam os filhos na Igreja com as pompas e as cerimônias habituais, fazem a Primeira Comunhão com as tradições da Igreja Católica, etc?
Quando os Centros Espíritas se organizarem verdadeiramente, proporcionando aos seus freqüentadores, além do Passe e da Água Fluidificada, a orientação doutrinária, para maior compreensão dos princípios básicos que devem nortear o aprendiz e os trabalhadores na Seara Espírita, certamente, o verdadeiro espírita terá uma nova postura na sociedade, mais convincente, porque passará a distinguir o que é ser espírita, segundo a analogia explicitada por Allan Kardec nas obras básicas organizadas pelo codificador sob a orientação dos Benfeitores Espirituais.
¿Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.¿ ¿ Bezerra de Menezes
(Publicado no Jornal A Voz do Espírito - Edição 92: Dezembro de 1998)
Postado por RodrigoB. às
12:27
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Amo Clarice Lispector, com sua escrita envolvente. Ela não segue modismos, ela cria sua forma de criar. Escreve pelo escrever, na história o importante não é ação , mas a reflexão de suas personagens. Bjs
A Hora da Estrela
(Clarice Lispector)
Neste, que foi seu último livro publicado em vida, Clarice constrói a personagem de Macabéa como vista pelo fictício, irônico e auto- depreciativo escritor/narrador Rodrigo S.M. Macabéa era uma miserável alagoana virada por uma cruel e ignorante tia beata (os pais, cujo nome Macabéa ignora, morreram quando ela tinha dois anos). Macabéa cresce vazia e sem ciência da própria existência ou de sua finitude. Após ser despedida e a tia morrer, ela emigra para o RJ, onde passa a morar num cubículo com quatro colegas de seu novo trabalho (é datilógrafa) e começa a namorar um paraibano chamado Olímpico de Jesus. O ganancioso Olímpico, que não media esforços para ascender socialmente, a troca por Glória, sua colega de trabalho, que lhe possibilitaria esta ascensão. Depois de um pouco tempo ela visita Carlota, uma cartomante, que lhe prevê um belo futuro. Ao sair da cartomante "grávida do futuro", como diz a autora, ou seja, ciente de algo além do presente, é atropelada por um carro de luxo e morre. Mas a história em si tem menor importância no todo: para Clarice Lispector , a reflexão é mais importante do que a ação. Macabéa é uma personagem sem conteúdo, pobre de alma, um acaso que ensaia agir e pensar, mas com pouco sucesso. Ela pouco faz, simplesmente reage e por vezes se indaga perguntas cuja resposta ela não consegue. Isto vai até o momento de sua morte, quando está mais ciente de si; ao ser atropelada torna-se a estrela do que acontece: é sua hora de estrela.
Postado por RodrigoB. às
12:21
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Terça-feira, Janeiro 24, 2006
Nos bons e nos maus momentos, suas músicas sempre me ajudaram , incentivaram a seguir e não parar de lutar. Não é pelo seu belo corpo ou por sua voz invejada. Amo Mariah Carey pelo que ela passa aos seus fãs, por SUAS letras, esse é um ponto que muitos desconheces, grande parte de suas músicas de sucessos, são de sua autoria. Para nós fãs não é apenas uma diva, mas um exemplo de vida ;) Bjs
Perguntas e Respostas com Mariah
O que diz o seu contrato atual? Você se casaria novamente algum dia? E você sobe ou desce escadas?
Mariah Carey nasceu em Long Island, New York, em 27 de Março de 1970. Ela se mudou para a cidade de New York aos 17 anos, apenas um dia após terminar o ensino médio, para tentar uma carreira na música. Ela chegou ao estrelato com a força de uma voz que rendeu a ela freqüente comparações com as rivais Whitney Houston e Celine Dion. Seu sucesso vem após dramáticos anos: ela separou-se de seu marido Tommy Mottola em 1997 e teve um colapso nervoso em 2000. Seu novo álbum, The Emancipation of Mimi, recentemente estreou em No 1 nos EUA.
Você compõe a maior parte das suas músicas, o que te inspira?
JOHN MADIGAN, VIA E-MAIL
Isso depende. Hoje à noite eu estava em um momento raro sozinha e uma melodia e letra surgiram na minha cabeça ¿ e eu não tinha meu gravador comigo, então tive que procurá-lo. Foi uma música gospel, inspiradora, e isso acontece muito com esse tipo de música. As melodias me impressionam porque elas são realmente presentes de Deus, elas apenas surgem do nada.
O como é trabalhar com Snoop Dogg?
MIKE MCCONNELL, BRIGHTON
Eu adoro trabalhar com Snoop, esta é a segunda vez ¿ tecnicamente, a terceira, porque nós fizemos um vídeo juntos para a minha música ¿Heartbreaker¿. Depois nós fizemos ¿Crybaby¿ juntos, do meu álbum Rainbow, que saiu em 1999. Esta era uma das minhas músicas favoritas daquele álbum, mas naquela época a gravadora não se deu conta de que tínhamos Snoop no disco, e que as pessoas o adoravam. Eles ainda pensavam que hip-hop era algo novo e detestava dar a notícia de que ele já existia há 25 anos.
Que artistas contemporâneos você ouve?
JAMES YOUNG, VIA E-MAIL
Tem um cantora gospel chamada Kierra Sheard, eles a chamam de Kiki, ela é filha de Karen Clark Sheard. As irmãs Clark são meu grupo de gospel favorito. Ela tem 16 anos e cantou com a mãe dela durante anos, e eu esperava que ela lançasse um álbum, o que aconteceu esse ano, e é ótimo. Eu ouço muito rádio, sempre fui viciada em rádio. Trabalho com Jermaine Dupri muito e gosto do trabalho dele.
Você se reinventa muito. De qual Mariah você gosta mais?
SARAH FORDHAM, ABERDEEN
Essa é uma pergunta difícil, porque usar meu cabelo diferente ou mudar meu estilo de vestido é tudo um tipo de brincadeira ¿ eu não levo isso muito a sério. Não acho que me reinvento. Eu nunca uso sapatos de salto baixo, porque desde que era pequena, andava na ponta dos pés. Não sei por quê, é uma coisa da qual meus amigos fazem piadas, mas a Mariah que permanece constante é aquela calçando salto-alto, mesmo se estou descalça.
Como a artista de maior vendagem dos anos 90, do que você espera lembrar desta década agora?
LUCY MADDOCK, BANGOR, WALES
Tenho certeza, em vários sentidos, será um borrão. Eu passei por ela sem na verdade experimentar a maior parte dela, ou assimilá-la. Entretanto, ¿We Belong Together¿ é minha maior música de todas, algo que eu nunca esperaria. Então estou assimilando agora, e é mais tangível agora. No início desta década, nada parecia real.
Muito foi falado de suas exigências de diva, mas o que diz o seu contrato atual?
PATRICK MBEKI, CAMDEN, LONDON
Eu não faço idéia. Acho que a maior parte das exigências nele vem das pessoas que trabalham para mim. Eu honestamente não sei o que diz o contrato. O que quer que seja, precisa ser mudado e atualizado porque é de mais ou menos 1901.
A vida de celebridade inevitavelmente prejudica a sua saúde?
LUCY GOLDSMITH, VIA E-MAIL
Acho que sim. Existem algumas pessoas que têm a sorte de vir de famílias muito boas, que tem sistemas de apoio para elas, e também existe o resto das pessoas, que foram enganadas por alguém ao longo do caminho. Muitos de nós não começamos com dinheiro. Eu sei como é ter que batalhar. Tenho amigos que são meus amigos desde que tinha 15 anos, então essas coisas permaneceram iguais.
Mariah ainda não sobe ou desce escadas?
JULIE MITCHELL, VIA E-MAIL
Sim. Certo. Na verdade, eu sou o oposto. Fiquei presa em elevadores na Alemanha, no Japão e no meu próprio apartamento, próximo onde era o World Trade Center, por isso eu odeio elevadores. Estou sempre dizendo, não podemos ir pela escada? Sempre prefiro as escadas, mesmo se estiver usando salto.
Seu novo álbum é sobre ¿A Emancipação de Mimi', mas quem é Mimi e como ela é diferente de Mariah?
ALI BHAT, VIA E-MAIL
Ela é apenas um apelido. Minha mãe me deu o nome Mariah Carey, porque ela não queria que eu tivesse um apelido; e agora, aqui estou eu, com um apelido que as pessoas do mundo inteiro começaram a usar.
Você tem uma extensão de sete-oitavas. Isso significa que você poderia cantar o baixo em um quarteto musical masculino?
LUCY COHEN VIA E-MAIL
Se as vozes dos outros fossem muito altas. O tenor teria que ser um tenor bem agudo. Mas sem dormir, o final baixo da minha voz é mais forte. Eu apenas canto do jeito que eu sinto vontade e experimento com a minha voz, mas acho que sete-oitavas é uma coisa impossível.
É verdade que você está planejando escrever livros para criança? Sobre o que serão eles?
MARINA LOIS, VIA E-MAIL
Havia a idéia sobre um livro que foi trazida a mim por outra mulher que também é birracial. Ela tem uma aparência muito ambígua, assim como eu, e nós passamos por coisas similares enquanto crescíamos. Agora ela está casada como um afro-americano e seus filhos estão passando pelas mesmas coisas. Ela trouxe uma idéia com o nome Little Mariah's First Day at School ( O Primeiro Dia na Escola da Pequena Mariah ), e embora eu tenha adorado o conceito, o título precisava ser mudado. Eu queria que fosse uma coisa mais ampla, e fiquei cautelosa em não pular na onda do ¿vamos fazer livros para criança¿. Isso é algo que acho que crianças multirraciais poderiam realmente usar.
Como foi para você começar sua carreira e qual conselho você daria a um cantor aspirante?
ALMA KING, STOKE-ON-TRENT
Eu sempre tive uma enorme quantidade de força de vontade e era muito focada em quais eram meus objetivos, e eu amo a música. Portanto, meu conselho para qualquer um que queira entrar nesse negócio é realmente amá-lo; pode ser muito difícil, mas também é uma grande benção, um dom incrível.
Após o seu muito noticiado divórcio em 1997, você se casaria novamente algum dia?
MARY COE VIA E-MAIL
Apenas se essa fosse a situação absolutamente certa, porque eu tenho muita culpa pelo fato de que me casei e me divorciei. Eu disse a mim mesma quando criança que nunca me casaria porque meus pais se divorciaram quando eu tinha três anos.
Deveria haver mais solos de assobios agudos, como os seus, na música pop?
JOHN JONES, VIA E-MAIL
Na verdade eu não estou assobiando. Estou usando minha garganta. Mas sou boa em assobiar. Minha mãe me ensinou a cantar, meu pai me ensinou a assobiar.
Com quem é mais difícil trabalhar, Whitney Houston ou Bone Thugs-N-Harmony?
JAMES DARLING, VIA E-MAIL
Eu me dei muito com Whitney. E tenho ótimos momentos fazendo minhas colaborações hip-hop porque ele que está dentro do meu coração.
A sua herança multirracial foi uma desvantagem na indústria da música? As atitudes mudaram agora?
LEILA JONES, VIA E-MAIL
Eu acho que as atitudes mudaram. Internamente, durante a minha vida inteira, isso foi algo com que lutei. Acho que as pessoas quiseram me colocar um rótulo, para que elas pudessem entender quem eu sou. Não é fácil para as pessoas olharem para alguém e pensar: o pai dela é negro, a mãe dela é branca, ela não se parece com nenhum dos dois.
Onde você chama de lar e como ele é?
EMILY BROWN, VIA E-MAIL
Basicamente, é debaixo d'água, meu apartamento. A caixa d'água quebrou no telhado. O telhado é parte da minha área, era um sonho meu ter uma cobertura em Manhattan. Eles têm trabalhado no conserto já há algum tempo.
Com a sua voz, você já considerou uma carreira na ópera?
KORI HUSSEIN, MANCHESTER
Não, porque eu percebi quanta habilidade, técnica e estudo isso requer. Eu admiro muito as cantoras de ópera de talento, mas não sou disciplinada o bastante.
Quem são as pessoas mais importantes na sua vida?
HENRY JOHN VIA E-MAIL
Amigos pessoais que ficaram comigo durante tudo o que passei na minha vida e permaneceram lá.
Como você gostaria de ser lembrada?
PRISCILLA CHORLEY, NEWCASTLE-UPON-TYNE
Eu não acho que poderia controlar isso. Eu esperaria que houvesse alguma parte da contribuição musical e isso é tudo por que posso esperar.
Por que você ainda deseja emancipação sete anos e quatro álbuns após o seu divórcio?
DAVID TAN, LONDON VIA E-MAIL
Quando você passa por algo tão intenso quanto pelo que passei naquele relacionamento, isso requer um longo período de cura.
(Belfast Telegraph)
Fontes: Mariah Carey Official Site | Mariah's Daily | MC Archives | Mariah Mariah | Mariah Lambs United | The Mariah Network | Love Mariah / Mariah Brasil/ www.mariahbrasil.hpg.com.br
Postado por RodrigoB. às
17:25
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Segunda-feira, Janeiro 23, 2006
Ler se aprende, agora ter prazer nisso é uma incognita. Vários mundos são descobertos nas páginas de um livro, tudo é possivel, tudo é permitido. Meu mais novo livro é "Don Quijote de la Macha" , edição especial em comemoração ao IV Centenário de Miguel de Cervantes.
Livros, o melhor é ter acesso
No Brasil, o universo de leitores é pequeno: apenas 17 milhões dos 170 milhões de brasileiros lêem pelo menos um livro por ano. Essa escassez de leitores produz um círculo vicioso: o livro é caro porque o universo de leitores é pequeno, e esse universo é pequeno porque o livro é caro.
O bibliófilo José Mindlin costuma sugerir uma das providências necessárias para ampliar o número de leitores no Brasil: "É preciso democratizar o acesso ao livro e o melhor meio é aumentar consideravelmente o número de bibliotecas públicas, que, aliás, deveriam funcionar à noite e nos finais de semana". Concordo plenamente. Além dos acervos precários ou dos horários restritos das bibliotecas públicas existentes, há mais de mil municípios brasileiros sem sequer uma biblioteca, impedindo o acesso gratuito ao livro a cerca de 14 milhões de pessoas.
Mas o número restrito de bibliotecas públicas não é o único entrave ao crescimento do universo de leitores. A rede limitada de livrarias representa outro obstáculo. Segundo dados da Câmara Brasileira do Livro, há no Brasil 700 livrarias, quando o ideal seria algo em torno de 10 mil. Pior: o número de pontos-de-venda está concentrado nas regiões Sul e Sudeste, que respondem por 58% dos compradores de livros.
Uma política mais abrangente para o mercado editorial brasileiro deve contemplar financiamentos para a pesquisa e edição de livros, objetivando exemplares mais baratos; abertura de bibliotecas; campanhas públicas permanentes de estímulo à leitura; e, principalmente, ações ininterruptas para formar os agentes mediadores da leitura - os professores e bibliotecários.
É fundamental priorizar a formação de leitores, sobretudo, entre os jovens estudantes, que não raramente são apresentados ao rico mundo da Literatura de maneira impositiva e inadequada. Governos, editoras, distribuidoras, livrarias e autores devem unir esforços em torno de uma ampla política nacional de incentivo à leitura. Além das bienais e de experiências como a Jornada de Passo Fundo, devem merecer uma atenção especial as iniciativas voltadas para os professores, hoje raras. Sem informação, formação e familiaridade com os livros, muitos professores, que deveriam estimular o jovem aluno a viajar pelo mundo dos livros com prazer, acabam transformando a leitura em tarefa enfadonha e tortuosa. O melhor exemplo é o que acontece com nosso mais universal e magnífico autor, Machado de Assis, incompreendido por um batalhão cada vez maior de estudantes levados a descobrir sua rica literatura sem qualquer preparo, muitas vezes por imposições de quem sequer conhece sua obra.
Pesquisas mostram que o processo de formação do leitor deve ser lúdico e deveria começar já a partir da alfabetização, com textos e produções adequados à idade, interesses e formação cultural. Quando a magia do livro acontece, ela acompanha a pessoa pelo resto da vida.
A própria TV pode ser uma grande incentivadora, em vez de concorrente. Quando uma minissérie de qualidade como "JK", por exemplo, provoca o interesse por um tema, uma época ou uma personagem, pode suscitar a vontade de saber mais, procurando livros sobre o assunto. Adaptar obras de grandes romancistas ou novelistas é outra forma de trazer o mundo da Literatura para perto dos telespectadores, como a experiência já mostrou várias vezes.
O mercado editorial brasileiro é promissor. São mais de 500 editoras, cerca de 35 mil títulos lançados anualmente e 300 milhões de exemplares vendidos. Atualmente, há um potencial de 27 milhões de leitores, segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL). Entretanto, mais de 60% dos brasileiros adultos alfabetizados têm muito pouco ou nenhum contato com os livros. De cada 10 não leitores, sete provêm de camadas sociais com baixo poder aquisitivo.
Fonte: Gazeta Mercantil.com.
Postado por RodrigoB. às
14:35
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Domingo, Janeiro 22, 2006
Falta 1 semana para o fim das minhas férias. Aproveitei. O calor está demais, imagino como será quando voltar ao trabalho, mas tudo vai dar certo. Comprei "Don Quijote de la Mancha", um clássico, e ainda consegui a edição especial, paguei super barato, ainda bem. Janeiro já está no fim, cada vez mais as pessoas percebem que o tempo não existe, existe o agora. Ótima semana pra vcs..
Postado por RodrigoB. às
22:00
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Quinta-feira, Janeiro 19, 2006
Meu profile no Fotolog
Creio que antes de tudo sou um sonhador e um idealizador, não que isso me favoreça de alguma forma, ao contrário,ás vezes só me deixa mais perdido. Mas ainda acredito que tudo vai dar certo , que a vida é bela(não sou fã do filme), que tudo tem uma boa resposta, só depende de como fazemos a pergunta, que temos uma finalidade tão grande na Terra que a maioria de nós desconhece, que podemos gostar de várias coisas e não sermos estigmatizados por isso. Sou gay , e feliz com isso. Sou espírita e consciente disso. Sou algumas coisas e quero ser outras que são um pouco mais difíceis.Amo, porque assim fica mais fácil saber e decidir quem sou. Esse sou EU!
Bjs
Postado por RodrigoB. às
18:06
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Segunda-feira, Janeiro 16, 2006
São quase meia noite, já passou metade do mês de Janeiro. Tenho mais de 21 anos, já quase um professor de portugûes , um amante, idealizador. Nos fones de ouvido a voz de Maria Betânia, gosto. Gosto de sons...de letras bem distribuidas, de conversas bem situadas, de rostos bem desenhados. Gosto. Bjs.
Postado por RodrigoB. às
23:55
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Domingo, Janeiro 15, 2006
As pessoas tentam se esconder atrás de letras bem ditas e desenhadas. Se ocultam no véu do bom tom, do falar manso e calmo. Mas será que é isso que são, ou o que querem passar?
Não. Não sou a favor do "falar brasileiro", sem regras, sem norma. Mas creio que as pessoas confundem o formal com a linguajar do dia-a-dia, da mesa do bar, ou das salas de bate papo. Existem pessoas que são metódicas até na balada, no chat! Me poupe né, de tanto falso formalismo. Porque não ser natural, medo de represálias? De quem? Dê-las próprias concerteza.Tentam se ocultar, tentam criar máscaras, mas , elas são sempre, apenas máscaras.
A minha defesa sempre será minha cara limpa, minha alma tranquila, meu bom humor. Pedradas sempre existem, mas elas nos incomodam ou não, dependendo da forma que as enchergamos..Sabe de uma coisa, não vejo a hora de acabar a faculdade de letras, pra fazer a pós em psicologia =) Bjs
Postado por RodrigoB. às
19:12
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Domingo, Janeiro 08, 2006
Nossa já estamos em 2006, e já se passou 1 semana de minhas férias. Adoro esse blog, mesmo com o flog e o orkut, não deixo de vir aqui, mesmo não sendo com tanta frequência assim =) O Curso de Letras tem sido ótimo, acreditem ou não , já estou com saudade da facul, e eu que não me via dizendo isso hauahua Bjs queridos...
Curso de letras oferece várias opções profissionais
Antes se pensava que os alunos formados em letras eram obrigados a virar professores. Mas hoje também há opções como tradutor e até nas redações dos jornais
São Paulo - Quem imagina que um estudante de letras está destinado a ser professor ou poeta está enganado. Hoje, um universitário que se forma no curso pode atuar desde tradutor numa multinacional até como gerente de recursos humanos em uma indústria. Mas a maioria, afirma o professor João Adolfo Hansen, de 60 anos, acaba mesmo se apaixonando pela área do ensino.
É o seu caso. Há 37 anos, quando não está em meio aos seis mil livros de sua biblioteca particular, ele dá aula de literatura brasileira no curso de letras da USP e acredita que o assunto representa "a possibilidade de uma nova vida". Sua paixão acabou convencendo o estudante Tomás Soares de Menezes Senna, de 17 anos, do Colégio Ofélia Fonseca, a fazer o vestibular de letras em vez de medicina. A Agência Estado acompanhou a conversa entre Tomás e o professor.
Tomás - Por que você escolheu a profissão?
João - Desde o ensino médio eu tinha certeza que queria estudar letras. Prestei vestibular em 1960 e não tive dificuldades porque naquela época o ensino público era muito forte. Para se ter uma idéia, fazíamos provas orais e escritas de latim, português, inglês e francês. Entrei na PUC de Campinas e depois fiz mestrado e doutorado na USP.
Quais são as matérias básicas do curso de letras?
A faculdade é dividida em cinco departamentos básicos. No primeiro ano, o aluno tem matérias como letras clássicas, língua portuguesa, teoria literária e lingüística. No final desse período, os alunos da USP são classificados de acordo com sua nota e os melhores conseguem vaga nos cursos mais concorridos como inglês, espanhol e alemão. Quem não fica entre os primeiros colocados tem de escolher cursos menos interessantes para o mercado de trabalho.
A concorrência interna é alta?
Não é como o vestibular, mas é alta. Antigamente os alunos entravam num determinado curso e formavam uma classe. Hoje eles estão dispersos e isso gera competição.
Quais são as oportunidades de emprego para quem se forma em letras?
Ele pode ir para a área de ensino, como professor do ensino médio e superior. Hoje existem muitas vagas em tradução e, além disso, a imprensa contrata algumas pessoas para escrever em cadernos culturais. Algumas indústrias também escolhem alunos de letras para a área de recursos humanos.
Existem outras áreas relacionadas com o curso? Ele está ligado a matérias como história, antropologia, filosofia e Sociologia. Na USP, quem cursa letras pode assistir aula em outros departamentos e isso ajuda o aluno a conhecer mais disciplinas.
O aluno que vai estudar letras deve ser um especialista em língua portuguesa? Seria fundamental não só dominar o Português, mas outras línguas. Quando eu estava na faculdade, os professores davam textos em francês e espanhol, e a gente tinha que dar um jeito de ler. Escrever bem é mais importante do que conhecer a gramática.
Quais são as dicas para ser um bom profissional?
Não existe fórmula. A pessoa tem de ser curiosa e ter senso crítico, para não ficar apenas reproduzindo o que ouve.
Bruno Tavares
Postado por RodrigoB. às
16:56
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