Comecei o curso de comissário e estou adorando. Voltar a viver cada segundo do dia de forma intensa porque o dia está todo agendado, estava sentindo falta disso, da correria da vida, porque com o fim da faculdade no fim do ano passado, e não trabalhando mais no Mcdonald’s a vida estava em uma calmaria que estava me aborrecendo, e agora tudo está como eu gosto, no 220w! Em 2009 quero já estar trabalhando como comissário e viajando muito.
E não paro de ouvir o cd da Mariah, acho que isso pode ser alguma patologia..rs.. Amo “Bye Bye” .
- Viajar pelo mundo
- Comprar o que quiser sem perguntar o preço
- Fazer um cruzeiro
- Aprender a tocar piano
- Ser fluente em vários idiomas
- Ir para a Índia e ficar em um mosteiro
* São objetivos palpáveis né...nada fora do normal...
Domingo de folga, marido trabalhando resolvi sair com meu outro amor, meu pequeno grande homem ( meu marido sabe dele tá..rs..). Fomos ao shopping, gastar, andar, comer e assistir o filme “Sex and City”, amei o filme, mostra que no final todos estamos em busca de um amor, de resolver o problema com um amor, ou tentando sair de um amor. Enfim amei o domingo, Gê sabe que te amo né, e isso basta pra nós, quero muitos outros domingos e dias como o de hoje ;)
Sex and the City
Quatro mulheres tagarelas, instáveis, complicadas, consumistas destronaram um dos maiores heróis da história do cinema. Desde que estreou nos Estados Unidos, há pouco mais de uma semana, Sex and the City, o longa-metragem inspirado na série de TV de mesmo nome, multiplica sua bilheteria, ofuscando até Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, a aguardada volta às telas do personagem encarnado por Harrison Ford. A distribuidora Warner previa arrecadar US$ 35 milhões com Sex and the City no primeiro fim de semana nos cinemas americanos. Foram US$ 55 milhões – que geraram o inevitável tititi sobre um novo filme. Na televisão, mesmo quatro anos depois da última temporada da série, as reprises dos episódios continuam a atrair 2,5 milhões de telespectadores a cada exibição. Em Nova York, as lojas e os restaurantes que servem de cenário para os episódios são temas de passeios turísticos de agências.
Por que, uma década depois de criada, Sex and the City ainda é um fenômeno? Provavelmente por ter sido a primeira, e ainda a única, série que mostra como as mulheres são – ou pelo menos como elas se vêem e gostariam de ser. Nunca antes a mulher de mais de 30 anos, cosmopolita e de classe média, fora retratada com tamanha fidelidade em suas conquistas e contradições. Todas as vezes que Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte, o quarteto fantástico de Manhattan, sentavam-se num bar e pediam um Cosmopolitan – coquetel à base de vodca e suco de cranberry, uma espécie de amora –, milhares de mulheres no mundo reconheciam a si mesmas ou a alguma amiga, prima ou vizinha. Que mulher desta geração não se viu, em alguma fase da vida, questionadora como Carrie, romântica como Charlotte, sarcástica como Miranda ou caçadora como Samantha?
Carrie, Charlotte, Miranda e Samantha viraram ícones num momento em que as mulheres buscavam novas referências, passada a época da dedicação à família e a revolução dos sutiãs queimados. Nem tanto o fogão, nem tanto a selva do mercado. Daí a paixão sem fim por personagens que, ao mesmo tempo, pagam as próprias contas, correm atrás do amor e não sentem culpa por gastar uma fortuna num par de sapatos. “Essa é uma geração de mulheres que querem viver suas próprias fantasias. Solteiras, namorando ou casadas, querem ser donas de suas próprias vidas. Querem amar os homens que escolherem e comprar as roupas que quiserem”, afirma a sexóloga Pepper Schwarz, da Universidade de Washington, em Seattle. “As protagonistas de Sex and the City são ícones de um pós-feminismo que acreditam que os direitos da mulher já estão garantidos e que é hora de ir atrás dos sonhos individuais”, diz Márcia Messa, mestre em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
Por que você espera tanto dos outros? Por que dá tanta importância para o que eles dizem? Não ligue. As pessoas fecham a cara hoje e, amanhã, abrem.
Toda vez que você recebe uma ofensa, o ofensor se sente vitorioso. Toda vez que você rejeita uma ofensa, a energia volta para a pessoa que a ofendeu. Ela sofre o impacto da própria energia, se arrepende do que fez e, então, muda.
A única maneira de se defender nesse mundo é não aceitar nenhum desaforo. A pessoa fez desaforo? Não estou nem ligando. Me fez mal? Pode fazer. Me quis mal? Pode querer. Assim, a gente vai deixando todo o mal lá fora, não aceita nada e não entra nada. O que acontece?
A energia volta para a pessoa. E, dai a pouco, ela vai se sentir culpada. Então, se arrepende do que fez e vai pedir desculpas. Mas se a pessoa é rude e indelicada e a gente se magoa com aquilo, guarda aquela energia, ela se sente vitoriosa. Na verdade, ela não está querendo ofender, mas exercer seu poder de se
sentir superior. Olha para você como inferior a ela, porque você se põe de inferior.
E por que você se sente inferior? Porque você é uma lata de lixo que pega toda a porcaria que os outros mandam. Leva a sério tudo quanto é desaforo, tudo quanto é besteira. Mas se você não pega, dá de ombros e diz:
- É a pessoa que está criando essa energia ruim de antipatia e não vou pegar. Vai ter que engolir o que ela mesma está criando.
Aí, minha filha, tudo muda. Estou ensinando como se defender da briga de energia, do jogo do poder. Se você ganhar, tem que ser mais forte que o outro. Senão, você vai perder...
Calunga (Luiz A. Gasparetto, texto do livro "Um dedinho de prosa.")
Uma semana cheia de possibilidades pra todos nós...
"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas as vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: Quer-se absorve a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."
(Clarice Lispector)
Ganhei o dvd “Inclassificáveis” que tanto eu queria...amei!!!!
"Antigamente, eu tinha um desejo sexual pela platéia. Eu queria trepar com aquela gente toda". Essas são as duas primeiras frases que Ney pronuncia no documentário que faz parte do DVD "Inclassificáveis". Apesar de falar logo em seguida, que hoje não tem mais a mesma sensação, o público que teve a oportunidade de assistir ao show que originou o DVD provavelmente ainda acredita nesse desejo sexual de Ney.O show "Inclassificáveis, um dos mais grandiosos da carreira de Ney é tipo aqueles filmes que só têm graça de serem assistidos no cinema. E essa conclusão ganha mais força após uma rápida olhada no DVD. Certamente não foi culpa do diretor João Jardim. Passar para o vídeo o que se passa no palco do show "Inclassificáveis" é uma tarefa ingrata. E, para completar, o Canecão, apesar de ser a casa de espetáculos mais importante do Brasil, não ajuda muito devido ao seu baixo pé-direito.O DVD contém o show completo que passou pelo Canecão em janeiro e vem circulando o Brasil, com shows absolutamente lotados. E talvez os versos de "Mal Necessário" sintetizem o show. ?Sou um homem, sou um bicho / Sou uma mulher / ... / Sou o novo, sou o antigo / Sou o que não tem tempo / Sou o que sempre esteve vivo". A verdade é que nesse show, Ney retorna às suas origens. E, de quebra, faz o show mais roqueiro de sua carreira.Acompanhado por uma banda jovem e impecável, com destaque para o baixista Carlinhos Noronha, o guitarrista Júnior Meirelles e o tecladista e diretor musical Emilio Carrera (que acompanhou Ney nos tempos de Secos & Molhados), Ney Matogrosso apresenta um show coeso e com um roteiro que cai muito bem. Tudo bem que faltaram antigos sucessos. As únicas três exceções foram a já citada "Mal Necessário", "Por Que a Gente é Assim" (um ótimo momento em que Ney desce do palco para cantar junto ao público) e o apoteótico final com "Pro Dia Nascer Feliz".Entretanto, apesar da ausência de velhos sucessos "não houve concessão nem para a fase dos Secos & Molhados", Ney apresenta um repertório hermético e eficiente, alternando coisas mais conhecidas como "O Tempo Não Pára" (o ?tapa na cara? de Cazuza e que foi a primeira do show) e "Simples Desejo" (que já fez muito sucesso na voz de Luciana Mello), com outras mais recentes, que fazem parte de seu novo álbum de estúdio, cujo título dá nome ao show.Aliás, no bis do show, Ney mostra a sua fina sensibilidade com o "contraste" das letras complementares de "Simples Desejo" ("Hoje eu só quero que o dia termine bem") e de "Pro Dia Nascer Feliz" ("Pro dia nascer feliz / Essa é a vida que eu quis"). Depois de um show com tantos socos no estômago (de "O Tempo Não Pára" à cada vez mais atual "Divino Maravilhoso", passando por uma versão pesadíssima de "Ode Aos Ratos", de Chico Buarque), o bis, com duas músicas de letras tão esperançosas, chega a ser alvissareiro.Das canções do álbum de estúdio, destacam-se a balada ?Um Pouco de Calor? (Dan Nakagawa), "Fraterno" (Pedro Luís) e "Lema" (Carlos Rennó / Lokua Kanza), cujos versos "Envelhecer / Certamente com a mente sã / Me renovando / Dia a dia, a cada manhã" são perfeitos para definir essa fase atual de Ney.Apesar de o DVD definitivamente não ser o meio mais eficiente para uma apreciação completa de "Inclassificáveis", ele registra todos os detalhes que fazem desse show um dos melhores de 2008, como os belos cenários de Milton Cunha, o deslumbrante figurino de Ocimar Versolatto e a eficiente e agressiva "no bom sentido da palavra" iluminação do próprio Ney e de Juarez Farinon.Nos extras, um documentário mostrando os bastidores do espetáculo, além de entrevistas com os compositores das canções de "Inclassificáveis" e com os profissionais envolvidos.
Luiz Felipe Carneiro é jornalista e crítico musica lwww.esquinadamusica.blogspot.com
David Cook é o vencedor da 7º temporada do "American Idol" , eu acompanhei todo o programa é foi muito justo. O segundo lugar ficou para David Archuleta, também super merecedor, e que também já assinou contrato com uma gravadora.
Esse já é o single "The time of my life"!
O MOMENTO DA MINHA VIDA
Tenho esperado que meu sonhos
Se transformem em algo
Que eu possa acreditar
E em busca daquele arco-íris mágico
No horizonte
Que eu não conseguia ver
Até eu me desvencilhar
Entreguei-me ao amor
E vi toda a amargura queimar
Agora estou vivo
De corpo e alma
E sentindo que meu mundo começou a virar
E vou provar cada momento
E vivê-lo com toda intensidade
Sei que este é o momento
Este é o momento para ser
Mais do que um nome
Ou um rosto na multidão
Eu sei que este é o momento
Este é o momento da minha vida
O momento da minha vida
Agarrando-me a coisas
Que desapareceram no ar
Que me deixaram em pedaços
Mas agora estou ressurgindo das cinzas
Descobrindo minhas asas
E tudo o que eu precisava
Esteve lá o tempo todo
Ao meu alcance
Tão perto quanto a batida do meu coração
E vou provar cada momento
E vivê-lo com toda intensidade
Sei que este é o momento
Este é o momento para ser
Mais do que um nome
Ou um rosto na multidão
Eu sei que este é o momento
Este é o momento da minha vida
O momento da minha vida
E estou à beira do eternamente
Pronto para seguir
Com os pés no chão
De braços abertos
Meu rosto voltado ao sol
E vou provar cada momento
E vivê-lo com toda intensidade
Sei que este é o momento
Este é o momento para ser
Mais do que um nome
Ou um rosto na multidão
Eu sei que este é o momento
Este é o momento da minha vida
O momento da minha vida
Minha vida
Mais do que um nome
Ou um rosto na multidão
Eu sei que este é o momento
Este é o momento da minha vida
Este é o momento da minha vida
O momento da minha vida
O momento da minha vida